Segundo Bacelar, o partido abriu mão da candidatura em 2013 para apoiar o atual presidente da casa, Paulo Câmara (PSDB), mesmo tendo Carlos Muniz como o vereador mais votado, com 16.959 votos no último pleito. “A mesma grandeza que nós tivemos queremos que os outros partidos tenham agora. Nós cedemos em 2013 e agora vamos pedir a reciprocidade, até porque Paulo Câmara foi eleito com o nosso apoio. A alternância de poder também é salutar dentro da Câmara”, frisou.
Sobre a tentativa de reeleição do vereador Paulo Câmara, que já anunciou apoio de alguns vereadores a sua candidatura, Bacelar foi taxativo. “Paulo Câmara não conversou oficialmente com ninguém e nós vamos através do bloco porque entendemos que não é única. A candidatura de Câmara até então é coisa única”.
Questionado se Carlos Muniz, que se lançou candidato na eleição passada, ou algum dos edis já tinha lançado nome à presidência, Bacelar desconversou. “Todos os nossos vereadores reúnem condições de exercer esse papel. Primeiro vamos conversar sobre a candidatura com o bloco e só então definir quem será o nome”.
O vereador Hilton Coelho (PSOL) também já anunciou que vai sair candidato à presidência da Câmara.
Assembleia
Maurício Bacelar também explicou como o partido vai se posicionar no legislativo estadual no próximo ano. Atualmente oposição ao governo Wagner, Bacelar garantiu que em 2015 a legenda vai compor um bloco independente formado pelos três deputados do PTN, os dois do PRB e um do PROS.
“Nós temos algumas questões pessoais dentro da bancada na Assembleia e resolvemos formar uma bancada independente com esses seis partidos. Mas isso não quer dizer que o bloco seja de alinhamento automático ao governo. Esse bloco vai tomar decisões em comum e o deputado Jânio Natal será o único autorizado a falar em nome do bloco”, concluiu. Bocão News
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